LGPD para psicólogas: o que muda na rotina clínica em 2026
Entenda os 5 pontos da LGPD que impactam diretamente o consultório de psicologia e como se adequar sem burocracia.
Equipe Calentia
A Lei Geral de Proteção de Dados completou 6 anos, mas muitas psicólogas ainda têm dúvidas sobre como aplicá-la no dia a dia do consultório.
O que a LGPD exige do consultório
A LGPD não é um bicho de sete cabeças. No fundo, ela pede três coisas:
- Consentimento claro — a paciente precisa saber quais dados você coleta e por quê.
- Finalidade definida — você só pode usar os dados para a finalidade que informou.
- Segurança proporcional — proteger os dados com medidas adequadas ao risco.
Prontuário digital ajuda
Um prontuário digital como o da Calentia já implementa essas medidas: criptografia, controle de acesso por profissional, registro de auditoria e termos de consentimento integrados ao cadastro.
O que não fazer
Jamais compartilhe informações clínicas por WhatsApp ou e-mail sem criptografia. Não mantenha anotações em cadernos físicos sem controle de acesso. E nunca descarte prontuários sem seguir o prazo de guarda do CFP (mínimo 5 anos).
Conclusão
Conformidade não é burocracia — é proteção para você e para suas pacientes. Um sistema que já entrega isso pronto te deixa focar no que importa: o atendimento.
